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29/04
às 03:32

O Ba-Vi de domingo (30), às 16h, pelo jogo de volta das semifinais da Copa do Nordeste, na Fonte Nova, terá uma nova cota de ingressos a ser vendida a preço promocional de R$ 10.

Segundo o presidente Marcelo Sant’Ana, em entrevista ao Programa do Esquadrão desta sexta-feira (28), serão 4 mil ingressos vendidos por esse valor a meia-entrada. A inteira custará, portanto, R$ 20.

Para que o preço promocional fosse possível, de acordo com o dirigente, o próprio Bahia vai subsidiar os ingressos junto à Fonte Nova.

As entradas ficam localizadas no setor Super Sul, que seria destinado à visitante, do Vitória. O lugar ficaria vazio após a adoção da torcida única, recomendada pelo Ministério Público estadual e acatada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Os ingressos estão à venda pelo site da Fonte Nova, nos balcões Ticketmix dos shoppings Salvador e da Bahia e nos guichês da arena. A carga promocional será colocada à venda pela internet a partir das 20h desta sexta-feira. No sábado (29), os pontos de venda presencial abrem às 9h. Domingo, dia do jogo, as vendas serão concentradas no estádio. 

Mais quatro lojas oficiais - situadas nos shoppings Bela Vista, Salvador Norte, Paseo Itaigara e Estrada do Coco - também vendem ingresso, porém somente dos setores Oeste e Lounge. 

Até o final da tarde, cerca de 17 mil ingressos já haviam sido garantidos pela torcida tricolor para a partida. Os preços de cada setor estão detalhados na tabela abaixo.

Por Correio

 

29/04
às 03:30

A adesão de trabalhadores de Feira de Santana à Greve Geral desta sexta-feira (28) reuniu cerca de quatro mil pessoas no centro da cidade. A mobilização foi marcada por uma caminhada nas principais ruas e avenidas do centro comercial e um Ato Público realizado em frente à Prefeitura.

As manifestações em Feira fazem parte de protestos que acontecem em todo o país contra as propostas de reforma do governo Michel Temer, principalmente a da Previdência e a Trabalhista.

O dia começou com um bloqueio da BR 324, nas imediações do antigo Clube de Campo Cajueiro. A mobilização foi promovida por militantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Força Sindical. A rodovia foi liberada por volta das 7h20.

Já no centro da cidade, trabalhadores de várias categorias se concentraram no estacionamento da Prefeitura antes da caminhada.

Entre os diversos setores que tiveram as atividades paralisadas, as agências bancárias não funcionaram. Segundo a presidente do Sindicato dos Bancários, Sandra Freitas, a adesão foi de todos os mil trabalhadores de bancos em Feira.

“Tivemos uma adesão de todos os trabalhadores que estão indignados com a retirada de direitos conquistados durante muitos anos. Hoje é um dia ímpar para todos nós. É um marco na história do nosso país”, disse Sandra Freitas.

Os trabalhadores rurais também foram às ruas, já que a categoria teme o aumento de idade mínima para aposentadoria. “A crise no país não foi provocada pelos trabalhadores. O povo está entendendo o pacote de maldades que está sendo imposto à classe trabalhadora. Temos que continuar na luta”, disse uma das diretoras do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Feira de Santana, Conceição Borges.

Com a greve geral em Feira de Santana, as escolas da rede pública e particular não funcionaram nesta sexta (28), assim como setores do Poder Judiciário. Os agentes comunitários de saúde e os trabahadores rodoviários também aderiram à manifestação, entre outras categorias.

Por De Olho na Cidade

 

29/04
às 03:29

Após recebimento de denúncia anônima, uma equipe da Rondesp Leste, grupamento da Polícia Militar, fez o levantamento e acompanhamento de um caminhão do tipo  bitrem com um possível carregamento de cigarros contrabandeados. 

Os policiais militares abordaram o veículo e constataram a veracidade da informação. 

O caminhão estava sendo conduzido por Izaias Farias Martins, 47 anos, que apresentou uma nota fiscal de açúcar. 

A apreensão ocorreu na BR-116/Norte, próximo à entrada de Serrinha. Todo material apreendido, bem como o veículo e seu condutor foram apresentados na Polícia Federal de Feira de Santana e encaminhados à Polícia Federal de Salvador. 

 
Por De Olho na Cidade

 

29/04
às 03:25

Nas comemorações pelos seus dois anos no ar pela Rádio Princesa FM, de Feira de Santana, o Jornal do Meio Dia realizou um debate sobre a proposta de Reforma da Previdência que tramita no Congresso Nacional.

Entre as diversas polêmicas que a Reforma levanta, os debatedores consideram que o maior tempo de contribuição que pode recair sobre os brasileiros é o principal problema.

Já considerando as mudanças feitas na semana passada, o projeto de Reforma da Previdência - a Proposta de Emenda à Constituição nº 287 – prevê que a idade mínima para aposentadoria das mulheres, que hoje é 60 anos, seja 62 anos.

Para o trabalhador rural da agricultura familiar, a proposta prevê uma idade de 60 anos para homens e de 57 para mulheres, com tempo de contribuição mínimo de 15 anos. Hoje a idade é de 55 anos e 50 anos, respectivamente.

“A justificativa maior do governo é a questão da idade. O projeto principal é alterar a idade no sentido de adiar a aposentadoria com o intuito de arrecadar mais”, disse o advogado Eulisses Caldas, um dos participantes do debate.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores rurais, José Ferreira Sales, pontuou que a reforma deveria respeitar as peculiaridades da vida do pequeno agricultor.  “Não podemos considerar os trabalhadores rurais da mesma forma que os trabalhadores do sudeste. Cada região tem as suas diferenças. Não temos condições de pagar a previdência. O governo deve  observar quem está provocando problemas na Previdência como as grandes empresas”.

O médico Eduardo Leite, coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL) em Feira de Santana, salientou que a Previdência Social precisa de mudanças, inclusive nos critérios de idade. “Falta muito para o brasileiro viver melhor, mas realmente tem que ter a mudança em relação à idade porque as pessoas estão vivendo mais”.

Concorda que alguns setores precisam manter melhores condições de vida

Impacto do déficit na economia: Esses números são altamente questionáveis porque toca apenas na questão do trabalhador. Não se cobra os grandes devedores. Apenas os trabalhadores estão sendo penalizados. Se não atingir o Legislativo, o Executivo e o Judiciário não vai adiantar nada.

Déficit na Previdência?

Sobre o suposto déficit da Previdência alegado pelo governo, os debatedores discordaram. Segundo o advogado Eulisses Caldas, as contribuições dos trabalhadores da ativa são suficientes para pagar os aposentados, se houver um combate eficaz às fraudes e à inadimplência. “O trabalhador não pode pagar toda a conta”, defendeu Eulisses.

Já na opinião de Franklin Franco, do Sindicato dos Contabilistas, “estão criando muito um espantalho em torno da reforma. As pessoas devem se informar sobre a proposta”. 

Por De Olho na Cidade

 

29/04
às 03:21

Manifestantes protestaram no Campo Grande na tarde desta sexta-feira (28) contra as reformas trabalhista e previdenciária do Governo Federal. O grupo fez uma caminhada até a Praça Castro Alves gritando palavras de ordem contra o presidente Michel Temer e pedindo que as reformas não sejam aprovadas ou sancionadas. O ato faz parte do dia de greve geral convocado para essa sexta.

A passeata aconteceu pacificamente, acompanhada pela Polícia Militar, através do 18º Batalhão (Comércio). Algumas pessoas compareceram de rostos cobertos, a la black blocks, mas nenhuma cena de vandalismo foi registrada.

O trânsito da região foi interditado e progressivamente liberado por agentes da Transalvador, que também estavam no local. O protesto acabou por volta das 19h.

Os manifestantes se reuniram desde as 15h no Campo Grande, de onde saíram cerca de 1h depois na direção da Castro Alves. Não há estimativa de quantas pessoas participaram do ato.

Estudantes e trabalhadores participaram do protesto. Veja um pouco da movimentação no local:

Dia de protestos

Salvador amanheceu sem ônibus na manhã desta sexta-feira (28). Os rodoviários paralisaram desde o início da madrugada e devem continuar sem rodar durante as próximas 24 horas. Os ônibus não estão saindo das garagens. Nas ruas, a maioria dos pontos de ônibus por onde o CORREIO passou está vazio.

A rodoviária também ficou sem funcionar pela manhã. Os guichês de todas as empresas de transporte no terminal rodoviário de Salvador ficaram vazios. 

Houve protesto pela manhã na região do Iguatemi.

 
Por Correoio

 

29/04
às 03:16

A sexta-feira (28) no país foi marcada pela greve geral de categorias profissionais. Em diversas cidades, na maioria capitais, rodoviários, metroviários, professores e trabalhadores do comércio aderiram à paralisação, convocada pelas centrais sindicais em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência. Na maioria dessas cidades, os serviços de transporte coletivo foram interrompidos parcialmente ou totalmente durante o dia. Agências bancárias, escolas e lojas ficaram fechadas.

As centrais criticam pontos das reformas, como a idade mínima para a aposentadoria e o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical. O governo argumenta que as mudanças são necessárias para o pagamento dos benefícios previdenciários às gerações futuras e a criação de empregos.

Os manifestantes realizaram atos e passeatas. Houve também bloqueio de vias e rodovias. Empresas e governos recorreram à Justiça para que parte dos funcionários trabalhassem neste dia.

As duas maiores centrais sindicais do país -Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical - consideraram exitosa a greve e mostra que existem propostas para a retomada do crescimento do país sem "a perda de direitos trabalhistas, previdenciários e sociais" . O governo federal avaliou que os atos foram restritos aos grandes centros e que houve baixa adesão, o que significa que a maior parte da população apoia as reformas propostas pelo Executivo e em tramitação no Congresso Nacional.

A paralisação nacional terminou com confrontos entre grupos de manifestantes e policiais no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Na capital paulista, a confusão ocorreu na região onde fica a casa do presidente Michel Temer, que passou o dia em Brasília. A polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta para dispersar os manifestantes. O grupo, alguns com o rosto coberto, reagiram com paus e pedras contra o policiais.

No Rio de Janeiro, houve confronto entre alguns manifestantes a polícia na Cinelândia, onde estava previsto o ato de encerramento da greve geral. Os agentes usaram bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo para dispersão e causou um corre-corre.  Sindicalistas, lideranças sociais e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acusam a Polícia Militar de ter inviabilizado o comício por causa da ação adotada e provocado o esvaziamento do local.  Em nota, a PM diz que agiu para combater a ação de vândalos.

Antes, alguns manifestantes e policiais se enfrentaram em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. A confusão começou depois de um homem, usando uma máscara, ter atirado um coquete molotov nos policiais que faziam a segurança do prédio da Alerj.

Pelo menos nove ônibus foram incendiados no centro do Rio de Janeiro durante as manifestações.

Por Agência Brasil

 

29/04
às 03:02

A taxa de desocupação no país continua em alta e o país tem agora 14,2 milhões de desempregados no trimestre encerrado em março, número 14,9% superior ao trimestre imediatamente anterior (outubro, novembro e dezembro de 2016) – o equivalente a 1,8 milhão de pessoas a mais desocupadas.

 
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada hoje, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os resultados do primeiro trimestre. No trimestre encerrado em fevereiro, o Brasil tinha 13 milhões de desempregados.
 
Segundo o IBGE, a taxa de desocupação fechou março  em 13,7% com alta de 1,7 ponto percentual frente ao trimestre outubro/dezembro de 2016, quando o desemprego estava em 12%. Em relação aos 10,9% da taxa de desemprego do trimestre móvel de igual período do ano passado, a alta foi de 2,8 pontos percentuais. Essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada no primeiro trimestre de em 2012.
 
Em relação ao primeiro trimestre móvel do ano passado, a alta da taxa de desocupação chegou a 27,8%, o que significa que mais 3,1 milhões de pessoas estão procurando.
 
População ocupada recua
 
A população ocupada do país no trimestre móvel encerrado em março ficou em 88,9 milhões de pessoas, recuando tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (outubro, novembro e dezembro) quanto ao primeiro trimestre móvel do ano passado.
 
Os números da Pnad Contínua divulgados hoje pelo IBGE indicam ainda que, em relação ao último trimestre de 2016, a queda foi de 1,5%, ou menos 1,3 milhão de pessoas ocupadas, enquanto em relação aos três primeiros meses de 2016 a retração chegou a 1,9%, ou menos 1,7 milhão de pessoas.
 
Ao fechar o trimestre encerrado em março com uma população ocupada de 88,9 milhões de pessoas, os dados do desemprego registram também outro recorde negativo desde o início da série histórica em 2012. Este é o menor contingente de pessoas ocupadas desde o primeiro trimestre daquele ano, quando a população ocupada era de 88,4 milhões de pessoas.
 
Este nível de ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) chegou a recuar 53,1% no trimestre de janeiro a março deste ano, com queda de 0,9 ponto percentual, quando comparado ao nível do trimestre imediatamente anterior, de 54%. Em relação ao nível do mesmo trimestre de 2016, quando o nível de ocupação era de 54,7%, houve retração de 1,7 ponto percentual.
 
Carteira assinada
 
O aumento crescente das taxas de desemprego no país vem refletindo no número de pessoas com carteira de trabalho assinada, que fechou o trimestre móvel encerrado em março também com o menor contingente já observado na série histórica.
 
Segundo os dados da pesquisa, o número de empregados com carteira de trabalho assinada fechou março em 33,4 milhões de pessoas, recuando em ambos os períodos de comparação: frente ao trimestre outubro/dezembro de 2016, o recuo foi de 1,8%, ou menos 599 mil pessoas com carteira assinada. Já em relação ao trimestre janeiro/ março do ano passado, a queda foi de 3,5%, ou menos 1,2 milhão de pessoas.
 
Rendimento
 
Apesar do número recorde de pessoas desocupadas no país, o rendimento médio real habitual do trabalhador brasileiro manteve-se estável no trimestre encerrado em março: R$ 2.110. No trimestre anterior o rendimento era de R$ 2.064 e, no primeiro trimestre do ano passado, de R$ 2.059.
Por BK2

 

28/04
às 08:29
WhatsApp - Humildes Notícias

 

Erivaldo Nascimento Xavier, de 30 anos, foi assassinado na noite desta quinta (27) na zona rural de Feira de Santana. O crime aconteceu no povoado Fulô, distrito de Humildes.
 
De acordo com informações da polícia, a vítima foi atingida por tiros na cabeça e no tórax e teve morte instantânea.
 
Policiais civis que investigam o assassinato apuraram que há cerca de três anos Erivaldo sofreu uma tentativa de morte por motivo ainda não esclarecido.
 
As investigações estão sendo feitas por agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
 
Por De Olho na Cidade

 

28/04
às 08:22

 

Em uma sexta-feira (28) atípica, Feira de Santana amanheceu sem ônibus hoje. No Terminal Central, um dos principais da cidade, não há circulação de veículos. A informação é dos Sindicato dos Rodoviários (SINTRAFS) que decidiu pela paralisação geral, que ocorre em todo país, em protesto contra as reformas trabalhistas, previdenciárias e de terceirização, propostas pelo Governo Federal.
 
O vice-presidente do SINTRAFS, José de Souza, confirmou ao De Olho na Cidade que a categoria aderiu ao movimento nacional e que somente 30% da frota dos ônibus iria rodar nesta sexta. Porém, devido a falta de mão de obra, acabou recuando da decisão. A paralisação vai durar até às 23h59.
 
Veja o que não vai funcionar nesta sexta-feira (28):
 
Bancos
 
As agências bancárias não realizarão atendimento ao público.
 
 
Comércio
 
O Sindicato dos Empregados do Comércio (SECOFS) aderiu à greve, mas a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e o Sindicato do Comércio (SICOMFS) são contrários ao fechamentos das lojas.
 
3ªCiretran (Detran)
 
Não funciona.
 
Escolas públicas e particulares
 
Não funcionam.
 
UEFS
 
Não funciona.
 
Polícia Civil
 
Apenas autuação de prisão em flagrante e levantamentos cadavéricos.
 
Poder Judiciário (Fórum)
 
Não funciona.
 
Defensoria Pública
 
Apenas serviços essenciais.
 
Tribunal Regional de Trabalho (TRT)
 
Não funciona.
 
Por De Olho na Cidade

 

28/04
às 08:18

Manifestantes bloquearam a BR 324 na madrugada desta sexta (28) em Feira de Santana. O bloqueio começou às 4 horas, nas imediações da concessionária Honda, perto do viaduto Portal do Sertão.  

 
A manifestação é realizada por várias centrais sindicais e fazem parte da Greve Geral realizada em cidades de todo o país em protesto contra as reformas do governo Temer, principalmente a Trabalhista e a da Previdência.
 
Durante as manifestações, pneus foram queimados na pista, situação que provocou congestionamentos na BR 324 e nas vias que dão acesso à rodovia.
 
Por volta das 7h20, as duas vias da BR 324 foram desbloquedas pelos sindicalistas depois de uma negociação com poiciais rodoviários federais. Agentes da Via Bahia foram ao local para apagar as chamas provocadas pela queima de pneus.
 
Por De Olho na Cidade

 


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